Pezzolano desabafa após “golpe duríssimo” no Inter: “Sentimento de m…”
Paulo Pezzolano não escondeu o abatimento com a eliminação do Internacional, nesta quinta-feira (3), diante do Grêmio, nas quartas de final da Copa do Brasil.
O treinador avaliou a queda como o “golpe mais duro” da temporada, mas reforçou a importância do time reagir a partir de domingo (6), pelo Brasileirão.
“Sentimento de merda, né? Um golpe duríssimo, o mais duro do ano. Perder para o rival, como perdemos hoje, é duríssimo. Ficamos expostos depois (de sofrer o primeiro gol), quando está perdendo é normal. A bola parada nos quebrou, logo aos 15 minutos”, iniciou o técnico do Colorado.
“O sentimento é ruim, um momento ruim para todo nós, ainda mais para o torcedor, diante de um rival que não podemos perder. É deixar a cabeça 100% no Brasileiro. O positivo é que não temos mais nada a pensar. Queríamos passar, sem dúvidas, queríamos ir à final, agora é focar 100% no Brasileiro, que é o mais importante para nós”, discursou.
Rendimento do Inter após a Copa, com uma vitória em 11 jogos
“Sempre é possível tirar (mais do time). Se vir os jogos, se escapam por coisas incríveis, inacreditáveis. Acontecem coisas que nos revoltam. Há jogos que fomos superiores, mas não vencemos. É a realidade”, lamentou.
“Precisamos vencer para que isso mude. Domingo (contra o Santos) é tudo para nós. Passa a ser o jogo mais importante do ano de novo. Vamos preparar os jogadores. Temos que ganhar”.
Impacto das mudanças na equipe
“Não há insatisfação dos jogadores. Temos que trocar, é algo que acontece em todos clubes, sempre temos que variar jogo a jogo. Quando está negativo, a culpa é minha por mexer, mas mexo para conseguir o resultado. Sempre é pelo melhor. Se não ganha, será ruim para a equipe”, explicou.
Como o extracampo do Inter impacta o foco do time
“Não acho que mexe com a cabeça, estão treinando bem e não há desculpas. Temos que pensar no próximo jogo. O vestiário está trabalhando, obviamente, podem falar coisas de fora, mas nossos jogadores estão juntos, trabalhando duro, não tem nada estranho”, garantiu.
“Se não, eu falaria. Não tenho problema, o que está acontecendo é que não estamos ganhando. Taticamente, coletivamente, por dinheiro… A verdade é que não estamos ganhando dentro de campo. Estamos devendo resultados. Temos que vencer o próximo jogo, falo isso há 10 jogos, mas a realidade é que temos que ganhar no domingo.”
Avaliação do trabalho no Inter
“Satisfeito? Não. O trabalho pode ser maravilhoso, mas, se não tiver resultado, é ruim. É a realidade. É ruim ter esse percentual”, afirmou.
“Queria outra coisa, sabíamos que seria difícil desde o primeiro dia. Está sendo mais difícil. Temos desafios e precisamos superá-los. Precisamos vencer domingo. Seria ótimo mudar isso, mas o trabalho e os resultados não são bons, mas damos a vida no dia a dia, é tudo o que fazemos”, completou o treinador do Inter.
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