Trump posta lista que coloca ele mesmo como melhor presidente dos EUA de todos os tempos


Trump publica lista com ele mesmo como melhor presidente dos EUA de todos os tempos
Reprodução/Redes sociais
O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou nesta quinta-feira (27) uma lista de presidentes do país que coloca ele mesmo como “o melhor”.
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A postagem foi feita em sua conta na Truth Social, rede social cujo dono é o próprio Trump. Não há indicação de quem fez a classificação, e há algumas ausências notórias na imagem, como Dwight Eisenhower, Ronald Reagan, George Bush pai e George W. Bush (republicanos); Harry Truman, John Kennedy e Lyndon Johnson (democratas).
Na lista, os presidentes são classificados como “o melhor”, “excelentes”, quase excelentes”, “na média”, “abaixo da média” e “fracassos”.
Seus notórios desafetos, os democratas Joe Biden e Barack Obama, são classificados como “fracassos”.
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Curiosamente, dois dos presidentes mais mal avaliados em retrospecto da história não aparecem como fracassos na lista de Trump:
James Buchanan (1857-1861) é visto por historiadores como um líder fraco que não conseguiu impedir a tentativa de secessão dos estados do Sul, que desencadeou na Guerra Civil Americana (1861-1865). Ele é considerado um dos principais responsáveis pelo conflito, mas é apenas “abaixo da média”, segundo Trump.
Andrew Johnson (1865-1869), por sua vez, assumiu logo após o assassinato de Abraham Lincoln, após o fim da Guerra Civil Americana. Ele foi contra garantir direitos civis iguais para ex-escravos, permitindo que os estados do Sul implantassem leis de discriminação contra negros que duraram até meados dos anos 1960. Também se atribui a ele o fracasso da retomada econômica dos Confederados após o conflito, mas Trump o classifica como “na média”.
Desaprovação recorde
A lista, de autoria desconhecida, é publicada num momento em que muitos americanos não parecem ter Trump em boa conta.
Na última segunda-feira (24), uma pesquisa Reuters/Ipsos apontou que a desaprovação de Trump entre os eleitores americanos bateu um novo recorde, chegando a 65%.
A aprovação ficou em 33%. A pesquisa ouviu 1.215 norte-americanos entre 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
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