Amora Mautner lembra de beijo em Preta Gil na escola: “Expulsão”

A diretora Amora Mautner, 51, relembrou um momento com a cantora Preta Gil ainda na época da escola para a série documental “Meu Nome é Preta”. A filha de Gilberto Gil faleceu há um ano devido a um câncer colorretal.

Na produção que estreia nesta segunda (20), data que marca um ano da morte da cantora, Amora retomou um momento da adolescência ao lado de Preta. No trecho, a voz de “Sinais de Fogo” contava no podcast “Flow”, quando uma professora de matemática, no tradicional Colégio Andrews, no Rio de Janeiro, falou que relações homoafetivas eram “doenças”. “Preta levantou a mãozinha e a professora pediu para ela falar. A Preta logo deu uma explicação muito clara sobre o quanto aquela pessoa estava equivocada em ensinar algo.”

“E ela falou: ‘Meu pai namora o pai da Amora, minha mãe namora a mãe dela, e a gente namora’. Ela fala: ‘Me dá um beijo”, narra a dramaturga. “Eu olho para ela e a gente dá um beijo, de língua. No dia seguinte somos expulsas da escola.”

Na conversa no podcast, Preta conta que a conversa em que anunciavam sua expulsão da escola era sobre como ela e Amora eram “muito avançadas, uma cabeça muito além para escola”. “E nossos pais acham ótimo”, conclui Amora.

O primeiro episódio chegou para o público nesta segunda (20), intitulado “Filha da Tropicália”, sobre a infância e adolescência da artista. Os capítulos chegarão semanalmente ao Globoplay, sempre às segundas-feiras. O encerramento do projeto, no 4º episódio, sairá no sábado, 8 de agosto, em celebração ao aniversário de Preta Gil, que completaria 52 anos. O seriado integra o projeto “Quanto mais Preta Melhor”, que conta também com o filme documental “Preta – Eu Não Ando Só”.

Confira o trailer de “Meu Nome é Preta”:

Preta Gil atuou como cantora, carnavalesca e sócia de agência; relembre

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