Bellingham lamenta queda na Copa e se emociona com gesto de motorista

Jude Bellingham, meio-campista da seleção inglesa, usou as redes sociais para se manifestar após a eliminação da Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo para a Argentina, por 2 a 1, em uma virada da seleção sul-americana nos minutos finais da partida.

Em uma publicação na quinta (16), o camisa 10 do “English Team” pediu união e compartilhou um poema emocionante, escrito pelo motorista do ônibus da seleção inglesa nos Estados Unidos.

Na legenda de seu post, Bellingham agradeceu o apoio dos milhares de ingleses que viajaram à América do Norte para acompanhar a equipe no Mundial. Ele expressou a dificuldade em encontrar palavras após a queda, mas citou o poema do motorista no Kansas, Michael Chandler, como um resumo dos sentimentos.

“Estava mesmo com dificuldade para encontrar as palavras certas para ontem e as últimas semanas, mas isso praticamente resume tudo, vindo do nosso piloto no Kansas”, iniciou. “Obrigado pelo apoio incrível de casa e a todos que gastaram seu dinheiro suado para viajar até a América e nos apoiar”.

O jogador ainda fez um apelo à nação: “Não deixem que a união e o amor que vimos em nosso país acabem com esta campanha. Quando estamos juntos, podemos alcançar grandes coisas… E vamos alcançar! Amo vocês!”.

O poema que emocionou Bellingham

Jude Bellingham compartilhou na íntegra o poema escrito e entregue a ele por Michael Chandler, motorista do ônibus da Inglaterra. O texto foi uma forma de consolo e inspiração após a derrota por 2 a 1 para a Argentina. Leia:

O Leão não se gaba em voz alta,
Nem corre atrás do aplauso da multidão.
Ele sabe que o rugido que abala a noite
Nasce quando o medo encontra a força.

A partida não é só contra o adversário,
O verdadeiro campo é o eu desconhecido.
Antes de um só passe ser dado com graça,
O coração precisa primeiro ter vencido sua corrida.

Pois a força é mais que velocidade,
Ou cravar firme cada chuteira no chão.
Ela vive dentro da vontade de ferro,
Que escala de novo a ladeira mais íngreme.

O corpo cansa. Os pulmões apertam.
As pernas pesam na luta.
Mas mentes firmes recusam recuar,
Arrastam o corpo exausto de volta aos pés.

A resistência é uma amiga fiel,
Caminha ao seu lado até o fim.
Enquanto outros cedem ao comando da dor,
Ela sussurra baixinho: “Mantenha-se firme.”

A mente astuta supera o forte
Que avança com fúria o dia inteiro.
Um passe paciente, um ritmo calculado,
Sempre vencerá a pressa imprudente.

O falcão pode ver o campo lá de cima,
O leão vence pelo amor constante
A cada movimento, a cada corrida,
Onde muitas mentes se tornam uma só.

Pois tática não é truque escondido,
Mas sabedoria afiada em campo.
Saber quando pressionar vale a pena
E quando a contenção é o caminho certo.

A tempestade pode rugir. A multidão pode gritar.
O placar pode recusar o céu.
Mas nada disso comanda a alma
Cujo propósito governa cada gol.

Nenhum árbitro pode roubar sua escolha.
Nenhum canto hostil pode afogar sua voz.
O mundo pode tremer, a noite pode arder,
Sua resposta molda o desfecho final.

A Inglaterra vestiu os Três Leões com brilho,
Não perseguindo a glória passageira.
Buscaram, em vez disso, um prêmio mais nobre,
Dominar a si mesmos diante dos olhos de todos.

Confiaram em pés que anos treinaram,
Confiaram em mentes que a calma lapidou.
Confiaram em corações que não cederiam,
Mesmo com cada minuto se aproximando do fim.

Um movimento perfeito, um passe altruísta,
Um instante nascido de inúmeras tarefas.
A rede cedeu, a torcida se ergueu,
O trovão rolou entre amigos e rivais.

A vitória pertence àqueles
Que se governam antes dos golpes.
E por isso conquistaram um nome maior
Do que aqueles que apenas jogam o jogo.

O apito soou, a disputa terminou,
O trabalho dos Três Leões havia vencido.
A vitória agora era o placar,
Erguendo o ouro para sempre.

Mas o maior triunfo, claro de se ver,
Foi o silencioso domínio de si mesmo.
Pois troféus se desgastam
E as multidões se aquietam, o próprio tempo supera toda a habilidade.

Mas aqueles que governam coração e mente,
Deixam o medo e a dúvida bem para trás.
Então trilhe a antiga estrada do Leão,
Carregue com calma cada fardo.

Enfrente cada provação firme e verdadeiro,
Que a disciplina seja a força dentro de você.
Pois a sorte não favorece o barulhento,
Nem sempre coroa a maior multidão.

Ela costuma caminhar ao lado daquele
Cuja batalha mais difícil já foi vencida.
Não no campo sob os holofotes,
Mas lá no fundo, através de noites sem sono.

E quando o apito final cantar,
E a vitória erguer suas asas douradas,
O rugido mais verdadeiro ainda será ouvido:
Uma alma fortalecida. Uma alma segura.

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Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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