Irã e Israel trocam ataques aéreos; Teerã pede que ONU condene ataques ao país
VÍDEO mostra momento exato em que defesa de Israel intercepta míssil iraniano
Irã e Israel trocaram ataques aéreos nesta terça-feira (17).
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Segundo a emissora estatal iraniana, o país lançou uma nova onda de mísseis contra Israel e alguns dos projéteis caíram no entorno do gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém.
Através de suas redes sociais, as Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram o ataque aéreo e pediram para que a população de todo o país fosse para os abrigos antiaéreos. As sirenes soaram em todo território.
Cerca de uma hora depois do alerta aos israelenses, as IDF anunciaram uma retaliação: informaram sobre uma ampla onda de ataques contra a infraestrutura do regime iraniano em Teerã.
Domo de Ferro intercepta míssil iraniano sobre Israel em 16 de março de 2026
Reprodução
Os ataques aéreos mútuos ocorrem horas após Israel anunciar que Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã, foi morto em um bombardeio.
Apesar do Irã não confirmar a informação até o momento, um comunicado das Forças de Defesa israelenses até já deu detalhes sobre a morte. Diz que bombardeio ocorreu em um local próximo a Teerã, a capital do país, e foi conduzido com base em informações da Inteligência.
Quem é Ali Larijani, chefe do Conselho de Segurança do Irã, que Israel diz ter sido morto em bombardeio
Nesta terça, o Ministério das Relações Exteriores do Irã divulgou um comunicado revelando que o ministro Abbas Araqchi pediu à ONU que condene a ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o país.
De acordo com a mensagem, postada no Telegram, o pedido foi feito ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma ligação na noite desta segunda-feira (16).
“O Ministro das Relações Exteriores destacou a violação flagrante dos princípios e regras fundamentais da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, em razão da agressão militar dos Estados Unidos e do regime sionista contra o Irã. Ele lembrou a responsabilidade da ONU e do próprio Secretário-Geral de condenar de forma firme e explícita essa agressão e responsabilizar os agressores”.
Ali Larijani
REUTERS/Thaier Al-Sudani
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